Quem sou eu

Minha foto
Eu tenho uma ideia formada sobre quase tudo. Mas me permito mudá-la. Afinal, como dizia Raul, "eu prefiro ser essa metamorfose âmbulante ♪". Tenho muitos sonhos. Eu busco, da minha maneira, ser um pouco melhor a cada dia. Valorizo demais a minha família. Tenho os MELHORES amigos do mundo. Gosto de desafios, de riscos. É como se eu tivesse necessidade de sempre provar pra mim mesma o quão forte eu posso ser. Gosto muito das palavras, mas valorizo muito mais as ações. Música. MUITA música. Adoro dançar. Acredito em Deus. Sou uma pessoa abençoada. Sou à favor da liberdade de expressão. AMO cinema, teatro, coral, concertos, fotografias e afins. ARTE. Sou apaixonada pelo Jornalismo. A não-obrigatoriedade do diploma NÃO me assusta. Se você for mesmo BOM, sempre terá vez. Sou persistente. Inteligência me fascina. Gosto de gente que sabe o que quer. Gosto de ser surpreendida. Busco sempre o melhor nas pessoas. Adoro escrever. Leio muito. Confio em mim. Quero conhecer o MUNDO. Acho que o amor é um sentimento revolucionário. Não gosto de promessas. Não sei se o pra sempre existe. Por isso faço o possível pra que todos os momentos sejam bons e valham uma boa lembrança.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Memória estudantil, será que ainda existe ?



Vamos resgatar um pouco da nossa memória estudantil, mas vamos deixar a hipocrisia de lado e falar também da realidade a qual vivenciamos atualmente, pois infelizmente a única coisa que restou do movimento estudantil foi a sua memória que lamentavelmente não é reconhecida pela própria classe estudantil.

A UNE – União Nacional dos Estudantes, atualmente se tornou uma instituição vendida que se aproveita da alienação social de uma nação para manipular e corromper o movimento, claro que é necessário que se respeite a história do movimento que derramou muito sangue diante das suas conquistas, pois sem elas não teríamos chegado até aqui.Mas infelizmente a memória estudantil está sendo corroída por uma geração hiper-individualista que põe a perder quase tudo que fora conquistado lá atrás, eu repudio as bandeiras que vemos estendidas sem coração e sem alma com interesses obscuros por trás, bandeiras vermelhas que não simbolizam nada, sentimentos vazios, pois o universo da linguagem sem o mundo da prática é um conjunto vazio!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O jeito deles ... =)

O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? Mistério misterioso. Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados.

Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais. O que é este algo mais?

Mistério decifrado: é o jeito.

A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ele cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dele de dizer versos em voz alta como se ele mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos azuis, como se estivesse em câmera lenta.

O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.

Pelo meu primeiro namorado, me apaixonei porque ele tinha um jeito de estar nas festas parecendo que não estava, era como se só eu o estivesse enxergando.

O segundo namorado me fisgou porque tinha um jeito de morder palitos de fósforo que me deixava louca ok, pode rir. Ele era um cara sofisticado, e por isso mesmo eu vibrava quando baixava nele um caminhoneiro.

O terceiro namorado tinha um jeito de olhar que parecia que despia a gente: não as roupas da gente, mas a alma da gente. Logo vi que eu jamais conseguiria esconder algum segredo dele, era como se ele me conhecesse antes mesmo de eu nascer. Por precaução, resolvi casar com o sujeito e mantê-lo por perto.

E teve aqueles que não viraram namorados também por causa do jeito: do jeito vulgar de falar, do jeito de rir sempre alto demais e por coisas totalmente sem graça, do jeito rude de tratar os garçons, do jeito mauricinho de se vestir: nunca um desleixo, sempre engomado e perfumado, até na beira da praia. Nenhum defeito nisso. Pode até ser que eu tenha perdido os caras mais sensacionais do universo.

Mas o cara mais sensacional do universo e a mulher mais fantástica do planeta nunca irão conquistar você, a não ser que tenham um jeito de ser que você não consiga explicar.

Porque esses jeitos que nos encantam não se explicam mesmo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ana Paula Padrão


Nascida no dia 25 de novembro de 1965, em Brasília (DF), Ana Paula de Vasconcelos Padrão Mundell, mais conhecida como Ana Paula Padrão é uma renomada jornalista brasileira.
Formada em Jornalismo pela Universidade de Brasilia, Ana Paula começou a carreira na TV Brasília. Trabalhou na Rede Globo de 1987 a 2005. Atuou como correspondente internacional em Londres e Nova York até 2000, cobrindo acontecimentos de grande repercussão mundial, inclusive a Guerra no Afeganistão. Em 2000, voltou ao Brasil e assumiu o cargo de editora-chefe e apresentadora do Jornal da Globo, no qual permaneceu até maio de 2005, quando assinou contrato com o SBT para assumir o comando do telejornal SBT Brasil.
Foi figura marcante na transmissão da Rede Globo nos atentados de 11 de setembro, em 2001, nos Estados Unidos, ficando várias horas no ar ao vivo, a dividir a bancada com outro apresentador e jornalista, Carlos Nascimento.
Estreou no SBT Brasil em 15 de agosto. No dia 10 de novembro de 2006, Ana Paula Padrão anunciou sua saída do principal telejornal da emissora. A jornalista ficou encarregada a apresentar um programa de documentários com reportagens especiais, que estreou em 26 de março de 2007, o SBT Realidade.
Embora as negociações tenham acontecido, não houve um novo acordo entre Silvio Santos e Ana Paula Padrão e o contrato entre ela e o SBT foi encerrado no dia 30 de abril de 2009. O empresário a queria no comando de um telejornal diário enquanto a jornalista queria continuar com as reportagens e viagens. O último SBT Realidade foi ao ar no dia 27 de abril de 2009 com o tema "Felicidade".
No dia 9 de maio de 2009, foi contratada pela Rede Record para apresentar o Jornal da Record ao lado de Celso Freitas, onde trabalha atualmente.

ENTREVISTA



- Você sempre quis ser jornalista ?

Ser jornalista sempre foi um sonho de infância, mas houve uma época em que o balé passou a ser a minha vida, cheguei a ser bailarina profissional dos 15 aos 19 anos, quando prestei vestibular . Desde então me dediquei de vez a essa profissão. Percebi cedo que o meu caminho não poderia ter sido outro. Com o Jornalismo, principalmente nos meus trabalhos como correspondente internacional, eu pude (e ainda posso) realizar um sonho de menina: ver o mundo.

- Sua estréia como âncora de telejornal foi no Jornal Hoje.Conte-nos como foi essa primeira experiência.

Bom, eu diria que foi um tanto assustadora para um principiante. Primeiro eu me perdi para chegar ao estúdio. Por isso, já entrei em cima da hora. Depois, as instalações todas entraram em pane. Metade da luz caiu, o teleprompter não funcionou e, para ajudar, as impressoras enguiçaram. Só uma, na sala da diretoria, funcionava. Como eu precisava ler o texto no papel, alguém corria até lá, copiava e trazia para mim. Foi uma edição difícil, mas mesmo assim seguramos o jornal até o fim.

- Como Jornalista, o que mais lhe trás satifação ?

Minha maior satisfação profissional é ouvir de alguém que “se inspirou no meu trabalho ao escolher o jornalismo.” Ou saber que uma pessoa decidiu conhecer um país da África ou uma comunidade da Ásia pela curiosidade despertada por uma reportagem que fiz. É o retorno de um compromisso. Levar a informação correta para que todos possam entender o país e o mundo, os governos e as sociedades, e para que possamos fazer escolhas cada vez melhores.

- Você é considerada uma das jornalistas mais confiáveis do Brasil. De que forma você construiu essa confiabilidade ?

Eu, sinceramente, não sei. Não existe uma receita pra isso. Quando você gosta do que faz, você dá o melhor de si e busca sempre cumprir os valores éticos da sua profissão.Eu passei por todos os passos que um jornalista deve passar, começando o meu trabalho em veículos locais e assim por diante.Acredito que isso tenha me ajudado a adquirir essa confiança dos espectadores.Até hoje eu não me lembro de ter dado uma “barriga”. Prefiro perder “furos” do que dar uma barriga.Analiso as minhas fontes e informações ao máximo e só dou uma notícia quando tenho 100% de certeza que a mesma está correta.É isso que gera a credibilidade, por que o jornalista ( principalmente na televisão) cria um canal de afinidade muito grande com as pessoas, e elas precisam se sentir seguras quanto às informações que estão recebendo.


- Você trabalhou na bancada de telejornais por várias vezes.Quando você saiu do SBT,surgiram comentários de que seria pelo fato de não querer mais trabalhar na bancada. Isso é verdade ?

De certa forma sim.Quando chegou perto do fim do meu contrato, comecei a receber inúmeros recados de que talvez Silvio quisesse me ter de novo à frente da bancada. Mas bancada não era a minha meta naquele momento e eu não queria mais trabalhar naquele horário, voltar para casa de madrugada. Por fim, olhando o SBT de fora, eu comecei a achar que tendia para um tipo de produto que não era mais o que eu podia oferecer. A bancada afasta você da reportagem, que sempre foi a minha paixão. E eu também não queria abandonar o meu projeto na Touareg. Achava que seria difícil conciliar uma coisa com a outra.

- Falta algo em sua vida?

Nada. Eu já tenho muito mais do que eu merecia. Se eu puder pedir mais uma coisinha seria tempo. Eu quero ter cada vez mais tempo para mim, para ler, para estudar, para viajar. E tempo para nada também, para o ócio. Eu chego lá.

- Qual é a sua opinião sobre a decisão do STF em relação ao diploma de Jornalismo?

Sou a favor dessa decisão, e tenho levado muitas ‘pedradas’ por isso. No Brasil existem muitos cursos de Jornalismo que são “tecnicistas” e que não dão a base humanística essencial para o aluno. Um curso bom de Letras, História, Filosofia (...), por exemplo, acaba sendo muito melhor do que um curso tecnicista de Jornalismo.Para esses cursos, essa questão do diploma acaba sendo favorável,por que eles terão que melhorar ainda mais para manter seus alunos. O Jornalismo é uma profissão vocacionada. Se você tem vocação para ser jornalista, não importa em que curso se formou, você vai ser jornalista.Acho, inclusive, que pode fazer muito bem para uma redação assimilar profissionais de outras áreas. E tem mais, o Jornalismo se aprende fazendo. Você pode ter toda a base teórica do mundo, mas se não souber mecher, você não sabe nada.

- Deixe uma mensagem para os estudantes de jornalismo do 1º nível da UPF.

O Jornalismo é uma profissão apaixonante! Quanto mais você se envolve, mais você quer se envolver. E isso nasce com a gente. A curiosidade, a vontade de saber de tudo ao mesmo tempo e o principal, fazer com que os outros saibam também.O recado que eu posso deixar para vocês é que lutem ao máximo por seus objetivos. A nossa classe anda meio desvalorizada, mas se vocês forem bons no que fazem, as portas estarão sempre abertas.



O nome Ana Paula Padrão é sinônimo de profissionalismo, credibilidade e competência, qualidades reconhecidas não só pelo telespectador como por dezenas de prêmios que a jornalista tem colecionado em mais de vinte anos de carreira – dentre os quais se destacam:

Troféu Mulher Imprensa - 2007, 2006, 2005, 2004
Prêmio Marcas de Confiança, da Revista Seleções (Reader’s Digest) - 2009, 2007, 2006
Prêmio Mulher do Ano - 2005
Prêmio Inovação Empreendedora – 2005
Prêmio Internet - 2005
Prêmio Personalidade do Ano – Comunicação - 2005
Mulher mais Influente da revista Forbes - 2005
Prêmio Comunique-se - 2004
Troféu Imprensa – 2004, 2003
Destaque no Jornalismo do Domingão do Faustão - 2003
Prêmio Mulher - 1998

Nos dois anos em que Ana Paula esteve à frente do SBT Realidade, o programa também foi contemplado com 4 prêmios.


Entrevista realizada via email por Vanessa Lazzaretti o/

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Repugnante e covarde.

"Passeando" pela página do G1,como eu faço todas as manhãs, me deparei com uma notícia que mostra como a visão de algumas pessoas realmente é pequena.
Na noite do dia 31 de outubro, uma noiva inglesa foi espancada, tendo que passar a noite do seu casamento em um hospital.O motivo ? Ela era gótica. Estava vestida de preto e tinha o cabelo tingido de rosa.Tudo combinado com o Halloween, data escolhida para o casamento.Arruaceiros que passavam pelo local não aceitaram o visual da noiva e simplesmente a espancaram. A noiva ficou desacordada.
Eu pergunto, e se alguém souber responder, sinta-se à vontade. Que mal existe em uma pessoa ser diferente das outras ? De que forma, e por que, o modo de se vestir e de pensar pode causar tanto encômodo ?
Nós vivemos em uma sociedade dita "democrática" e a época da sensura já passou faz tempo ( ou pelo menos deveria). As pessoas têm o direito de gerir suas vidas conforme seus princípios e, desde que isso não prejudique os outros, ninguém pode julgá-los.
Não é a roupa que a pessoa usa, os bens que não tem ( ou tem ), que vão fazer com que ela seja mais ou menos humana que os outros.
Com atitudes como as desses arruaceiros, fica cada vez mais difícil acreditar no ser humano.


A noiva gótica, antes e depois do espancamento.

Música de hoje ♪ =]

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Importantes e desconhecidas



Navegando pelos sites de notícias, entre as tantas que falam sobre as eleições presidenciais 2010, uma delas me chamou mais a atenção. Segue abaixo :

Para entidades, campanha de 2010 já começou
Ricardo Brandt

Entidades que fazem acompanhamento do dia a dia do Congresso defendem a antecipação das campanhas para as eleições 2010. "Os trabalhos começam desde já, com o acompanhamento da aprovação do Orçamento, para saber se não há manobra em sua elaboração para atender a interesses eleitorais", explica o coordenador do Contas Abertas, Gil Castelo Branco. "Foi uma legislatura de muitos escândalos. O Senado nunca esteve tão desmoralizado. Mas o povo tem memória curta e o papel de coibir o esquecimento é das entidades", diz.

"Temos nossas bases de dados e começamos desde já a produção de relatórios com informações dos deputados, como de desempenho de produção legislativa e vida pregressa, para ajudar o eleitor a fazer sua escolha", afirma o coordenador de projetos do Transparência Brasil, Fabiano Angélico. "O trabalho antecipado tem ajudado a barrar políticos que gastam muito dinheiro em campanha", explica Rosângela Giembinsky, da ONG Voto Consciente.



Fonte: www.estadão.com.br – ESTADÃO DE HOJE – caderno Nacional.
Notícia de terça-feira, 03 de novembro de 2009.

Eu gosto disso. Quando em poucas palavras se diz muito. Quando a gente tem que buscar nas entrelinhas o verdadeiro sentido.
O trabalho das entidades (ONGs), que infelizmente são pouco conhecidas, é sem dúvida muito importante. O povo precisa saber em quem está votando e o de que forma o candidato eleito está sabendo valorizar a confiança que lhe foi depositada. Ainda mais quando se fala em nível nacional. O Brasil está farto de falsas promessas e de pessoas que assumem o poder e usam o dinheiro público para benefício próprio, enquanto tanta gente passa fome, sofre com o desemprego, a falta de educação, de saúde pública. É, certamente, mais do que necessário o eleitor saber qual é a trajetória do seu candidato e quais foram às ações que ele desenvolveu. Só assim o Brasil poderá começar a caminhar rumo ao verdadeiro desenvolvimento, que não se baseia apenas na criação de indústrias ou conquistas tecnológicas, mas sim na busca por sanar as carências do seu povo.